quinta-feira, 14 de agosto de 2014

"O ótimo é inimigo do bom"

Estava conversando com meu pai sobre essa ideia e pensei: "hum, isso daria um post!" E aqui estou!
 
O principal motivo que me fez pensar assim é o fato de ser muito comum ver pessoas querendo alcançar o ótimo e, por causa dessa busca "justificada", acabarem não apostando em tentativas, gastando muito tempo com planejamento e preparo, procrastinando tarefas e, enfim, deixando a vida (e as oportunidades) passarem.
 
Ao invés de investir (tempo, dinheiro, atenção, ou seja mais lá o que for) no que já está bom, acabam postergando a ação para encontrar algo "melhor ainda".
 
Só que, às vezes, o melhor não existe, porque será o resultado da evolução do que já está bom.
 
Ou, então, o bom pode ser o melhor que há, só que não conseguimos enxergar isso porque, afinal, o ideal (que está na nossa cabeça) nunca será páreo para o real, com todas as suas imperfeições. Então, temos a inércia, a estagnação, só que bem explicadas.
 
Triste pensar em quantas oportunidades e potenciais podem ter se perdido por causa disso, sem que a pessoa se dê conta. Quem está de fora, geralmente, tem essa percepção com mais facilidade.
 
Será que ser perfeccionista vale tanto a pena assim?
 
Uma coisa é certa: preparo é importante, mas preparo sem ação fica sem significado, sem motivo de ser.
 
Minha sugestão de hoje é que você reflita um pouco sobre as coisas tem procrastinado: já há o preparo suficiente? Elas já estão boas para que você comece a agir? Sente-se inseguro para agir? Então, vá devagar, mas vá!
 
Ana Carolina Diethelm Kley
Para me adicionar no Twitter: @AnaDKley




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