segunda-feira, 10 de maio de 2010

Autovalorização: manual da prática 2

Diante dos nossos acertos, a explicação mais comum é: "dei sorte". Outras variações: "ah, não foi tão bom assim", "só saiu desse jeito porque fulano me ajudou", "NÃO FIZ MAIS QUE MINHA OBRIGAÇÃO".

Essa maneira de explicar o nosso sucesso, em especial a última (não é por acaso que está em maiúsculo), são maneiras de estraçalhar (aos poucos, disfarçadamente) qualquer autovalorização (e, portanto, autoestima). Dizer e pensar esse tipo de coisa também é confundido com ser humilde, uma vez que admitir o sucesso ou nossos pontos fortes é visto como uma ofensa às outras pessoas.

Mas se você não valoriza seus pontos fortes e conquistas, quem vai fazer isso por você? É claro que ouvir um elogio ajuda a lustrar o ego, mas depender só deles pode ser um caminho torto para chegar onde se quer.
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