sexta-feira, 18 de junho de 2010

Homens e emoções = mulheres e futebol

Cuidado! Este título está carregado de generalização e, portanto, não leve a afirmação ao pé da letra: nem todos os homens (e mulheres) são assim, mas há uma tendência a evitar lidar com o que sentem mais forte nos homens do que nas mulheres.
Existe uma diferença importante no modo como homens e mulheres são criados em se tratando de emoções. Enquanto elas são estimuladas a falar sobre o que sentem, e recebem atenção e carinho quando compartilham suas emoções, eles são ensinados, geralmente, a não levar isso em consideração. É quase como se ter emoções fosse uma falha genética, um adendo inútil (como o apêndice ou o siso), coisa de gente fraca.
A questão é que emoções não são coisa de gente fraca, são coisa de gente. Ponto. E elas são importantes porque tem uma função, são sinalizadores. E você já experimentou ignorar um sinalizador (como a placa "pare") numa estrada para ver o que acontece? Sim, desastre.
Acho importante saber essa diferença para poder esperar dos homens o que eles foram ensinados a fazer, e não esperar o que uma mulher faria (cuidado com a generalização, hein?!).
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