terça-feira, 23 de novembro de 2010

Análise de um PAN: "Nunca vou conseguir um emprego"

Neste post, começa a análise dos PAN's, ou seja, uma maneira de filtrar a idéia e tirar dela o que há de realista, sem cair no pessimismo ou no otimismo sem razão

PAN: "nunca vou conseguir um emprego"
Emoção causada pelo PAN: tristeza
Reação ao PAN: não ir atrás de trabalho, não mandar currículos, não falar com as pessoas que poderiam ajudar (networking)

O filtro começa a acontecer quando olhamos para os fatos (não para os achismos):
1) Quais são os fatos que me levam a acreditar que eu nunca vou conseguir um emprego?
- não tenho um agora
- não tenho experiência no que quero fazer
- não tenho um currículo cheio de cursos

2) Quais são os fatos que me mostram que eu posso conseguir um emprego?
- pessoas que eu conheço que hoje estão empregadas, quando começaram, não tinham experiência e, mesmo assim, conseguiram um trabalho
- nem todos que eu conheço e que tem um emprego tem um currículo lotado de cursos
- um amigo que tem um currículo parecido com o meu conseguiu trabalho

3) Qual a conclusão que posso tirar destes fatos?
 Eu posso conseguir um trabalho também, se eu entregar meu currículo, contar para as pessoas que estou atrás de emprego, ver as vagas disponíveis em classificados e ir atrás daquelas que me interessar. Pode ser que demore um pouco e que meu salário não seja tão bom de início mas, com isso, vou poder ganhar experiência e ir para trabalhos ainda melhores.

O que parece mais realista: o PAN ou a conclusão?
Na minha opinião, é a conclusão. Afinal, o PAN está impregnado de catastrofismo, que distorce a realidade levando sempre para a pior coisa possível.

Ana Carolina Diethelm Kley
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