segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Um caso real de mudança: o sapato vermelho

Outro dia, fui a uma loja de sapatos que eu adoro. Estava resolvida a fazer algo diferente, a comprar um par que fugisse das cores neutras, que fosse bonito e também tivesse "personalidade".

"Será bem fácil", pensei eu. Que ilusão!

Eu, que sempre fui pelo convencional, pelo clássico, comprar um sapato vermelho???!!!! Eu experimentei vários sapatos (nessa ordem): nude, rosa, vermelho, voltava para o nude, ia para o preto.

Resumindo: depois de muito relutar, peguei o vermelho e fiquei quase meia hora só olhando para o sapato, estranhando quando o colocava no meu pé, quase levando um do mesmo modelo só que marrom. Até que uma santa voz me disse: "Ana, não adianta, você vai estranhar. Não está acostumada, mas isso não quer dizer que não esteja lindo". Resultado: levei o sapato. Usei dois dias e não quero mais tirar do pé.

Meu objetivo com este relato não é fazer propaganda da loja de sapato (embora ache que ela mereça), é mostrar, com um exemplo simples, como (no começo) é difícil mudar, como isso causa um estranhamento bem incômodo e como pode ser recompensador insistir no novo.

Ana Carolina Diethelm Kley
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