quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Sua vida anda meio paralisada? Isso pode ser resultado do "sim, mas...."

Muitas vezes, sem perceber, enveredamos pelo caminho do “sim, mas....”. Acontece quando temos um problema pra resolver, alguém tenta mostrar uma solução e, aí, dizemos “tá, é uma possibilidade, mas.......” e nestes três pontinhos colocamos toda uma enxurrada de argumentos que exterminam a validade da sugestão.

Ou ainda, quando fazemos algo muito bom e, diante disso, vem “é, eu sei, eu mandei muito bem, mas...”, neste caso, preenchemos a frase com uma série de “fatos” que tiram todo o valor da nossa realização. Outro exemplo é quando alguém nos elogia: “nossa, como a cor do seu cabelo é bonita!” e respondemos “é, é bonita, mas você já viu a quantidade de pontas duplas nos fios?!”. Ou seja, seu cabelo não tem valor algum (de acordo com essa frase).


O efeito do vício mental (vício porque, quando percebemos, já fizemos) “sim, mas...” é desvalorizar tudo o que não seja absolutamente perfeito: ou a sua solução é perfeita, sem furos nem possibilidade alguma de dar errado ou não serve; ou sua realização é totalmente sem erros e com a mais perfeita execução humana ou é um lixo; ou seu cabelo atinge a beleza suprema ou é pior que palha de vassoura. A solução para este vício é, antes de aceitar a desvalorização, parar e analisar, a fim de dar o valor devido ao que é negativo e ao que é positivo, sem aumentar nem um lado nem outro.
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