segunda-feira, 1 de março de 2010

Comparações demais podem tirar todo o seu valor

A comparação pode servir como uma ferramenta de destruição da auto-estima.

Como? Se alguém que acaba de começar a trabalhar no SBT se compara ao Sílvio Santos de hoje, pode pensar “nossa, olha só o que ele tem. Eu não tenho nada perto dele, não consegui nada na vida. Sou um fracassado mesmo”. Só que esta pessoa não levou em consideração tudo o que o Sílvio Santos precisou fazer e construir ATÉ ter o que ele tem hoje, não pensou em todo o caminho que ele percorreu até chegar ali. O rapaz que pensou assim tem capacidade de conseguir muita coisa mas, pensando assim, ele não vai longe.

Outra comparação muito comum ocorre quando nos comparamos a alguém que tem a mesma profissão que nós mas que demonstra uma habilidade muito maior que a nossa. Novamente, a comparacite tende a nos jogar pra baixo: “Nossa, eu não sei nada perto dela. Eu nunca vou ser como ela. É tão difícil...” e pensando desta forma, realmente não teremos ânimo de continuar treinando, não faremos muito coisa e, sendo assim, não chegaremos aonde a outra pessoa chegou. E, por fim, diremos: “não falei que não era impossível ser como ela?” É, a comparacite não deixou você nem tentar ser.
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