Essa é uma das campeãs!
Remoer ou ruminar a preocupação
Também conhecido como síndrome do "e se..." ("e se não der certo?" - "e se eu perder o emprego?" - "e se eu não tiver como pagar minhas contas?" - "e se eu for despejado?" - "será o fim." = fundo do poço). O ruminar pode dar sempre nisso: começa com foco em alguma preocupação e conclui-se (com toda a certeza!) que o resultado será a pior catástrofe possível (não necessariamente o fim mais provável).
E, apesar de acharmos que pensar DESSE JEITO sobre o problema fará com que apareça uma solução, o remoer, na prática, só consegue trazer mais angústia e dúvidas.
É ilusório também imaginar que se a angústia aumenta é porque você não pensou o suficiente, que é só uma questão de tempo até você enxergar a resposta e ter a tranquilidade tão esperada. Se depois de algumas horas (ou dias) fazendo a mesma coisa, nada mudou, é altamente provável que esse método não funcione para diminuir angústia nem para solucionar preocupações, não é mesmo?
Ana Carolina Diethelm Kley
anacdkley@hotmail.com
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Ana, ótimo ponto para discussão. Remoer é realmente uma forma pouco eficiente, aliás bastante desgastante, de tentar resolver um problema ou gerenciar uma inquietude.
ResponderExcluirSeria interessante explorar formas de gerenciar a "remoeção", por que muitas vezes (falo com conhecimento de causa), a pessoa quer justamente parar de remoer, tenta pensar em outras coisas, mas não consegue tirar o abacaxi da cabeça.
A unica forma que funcionou para mim foi exercício de respiração. É uma batalha dura!
Oi, Fernando. Obrigada pela visita e pelo comentário. E você advinhou o assunto do post de amanhã afinal, depois de tanto falar sobre
ResponderExcluiras formas menos úteis para lidar com as preocupações, já era hora de escrever sobre algo que realmente ajude.
Até o próximo post.